LISTA DOS POSTOS E
DISTRIBUIDORAS AUTUADAS POR COMERCIALIZAR COMBUSTÍVEL ADULTERADO
Clique neste link: ANP
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PREÇOS ATUALIZADOS DOS COMBUSTÍVEIS EM SERGIPE
Em Sergipe existem,
atualmente, pouco menos de 200 postos de combustíveis cadastrados. Fornecemos,
aqui, os preços fixados pelos postos nas 7 (sete) cidades sergipanas de maior
densidade de automóveis, obviamente, a capital, Aracaju. Clique neste link: http://www.precodoscombustiveis.com.br/postos/estado/se
PREÇOS ATUALIZADOS DOS COMBUSTÍVEIS NO BRASIL
Fornecemos, aqui, os preços
fixados pelos milhares de postos de capitais e cidades Brasil afora. Clique neste link: http://www.anp.gov.br/preco/prc/Resumo_Por_Estado_Index.asp
Postos de combustíveis são fechados por fraude em
bombas
A ANP –
Agência Nacional do Petróleo – determinou o fechamento de alguns postos de
combustíveis em oito estados por praticarem fraude nas bombas, o golpe chamado
“bomba-baixa”.
O golpe
consiste em fazer a bomba mandar menos combustível para o veículo do que o
divulgado no contador. Assim, o cliente acha que está pagando uma determinada
quantidade, mas em realidade está levando menos.
As bombas
são alteradas por controle remoto e o consumidor não tem como perceber. O
golpista pode simplesmente alterar a máquina nesse caso e de forma
imperceptível. Ainda assim, o teste da ANP pega os desavisados. Ele consiste em
encher um recipiente de 20 litros. A tolerância máxima é de 0,5%.
Os postos
são obrigados a disponibilizar um medidor para aferição caso o cliente exija.
A
recomendação é que se preste muita atenção nos marcadores das bombas, para ter
certeza que iniciarão do zero ou se algo estranho ocorrer durante o
abastecimento, tal como medir mais combustível entrando que a capacidade do
tanque.
Só em São
Paulo, a fraude já autuou mais postos do
que pela má qualidade do combustível.
O INDENIZADOR PELA VENDA DE GASOLINA “BATIZADA” É O POSTO E NÃO A
DISTRIBUIDORA
20/02/2016
O Tribunal
de Justiça de São Paulo manteve decisão que condenou um posto de combustível da
cidade de Assis a pagar indenização pela venda de gasolina aditivada em
desacordo com a legislação.
A ação foi
proposta pelo Ministério Público e julgada procedente pela 2ª Vara Cível da
Comarca de Assis para determinar o pagamento de R$ 20 mil a título de danos
morais difusos, revertidos ao Fundo Estadual de Reparação dos Direitos Difusos
do Estado de São Paulo.
Insatisfeitos,
os representantes da empresa apelaram sob o argumento de que não tinham
condições técnicas para analisar a qualidade do combustível fornecido pela
distribuidora, não se caracterizando, assim, ato ilícito.
Para o
relator do recurso, desembargador Renato Sartorelli, não há como a empresa se
eximir da culpa. Primeiro porque não negou a venda de gasolina adulterada, com
teor de álcool acima das especificações. Segundo, porque os estabelecimentos
que comercializam derivados de petróleo têm o dever de se acautelar para que os
usuários adquiram produtos de boa qualidade e, terceiro, porque o Código
de Defesa do Consumidor estabelece que o fornecedor responde,
solidariamente, pelos vícios de qualidade que tornem o produto impróprio ou
inadequado ao consumo a que se destina, não podendo o réu alegar ignorância
para se esquivar de suas obrigações.
O
julgamento, que teve votação unânime, também contou com a participação dos
desembargadores Felipe Ferreira e Vianna Cotrim.
Apelação
nº 0013270-04.2010.8.26.0047
Notas: Na hipótese,
caberia a figura da intervenção de terceiro, ou mesmo uma ação regressiva do
referido posto contra a distribuidora que lhe forneceu o combustível,
considerando que este já veio adulterado, aí sim, dependeria da prova da culpa,
pois a relação entre ambos não é consumerista, aplicando-se não as regras do
Código de Defesa do Consumidor, mas sim as do Código Civil.
O GOLPE DA BOMBA-BAIXA
Postos de gasolina de oito
estados foram flagrados no golpe conhecido como ‘bomba-baixa’. Eles entregavam
menos combustível do que aquilo que a bomba marcava. O consumidor acabava
pagando mais.
Alguns postos foram multados e outros
fechados. A Agência Nacional do Petróleo passou a divulgar uma lista de postos
de vários estados que enganam o consumidor.
Num posto ao lado
da Marginal Pinheiros, capital paulista, segundo a ANP, a Agência Nacional do
Petróleo, estava acontecendo o golpe da ‘bomba-baixa’, quando há irregularidade
na hora do abastecimento. A bomba é alterada para que vá menos combustível para
o tanque, mas o marcador registra mais. O consumidor paga e não leva.
E esse tipo de
golpe está aumentando por todo o país. Nos últimos dois meses: Um posto foi
identificado com a irregularidade no Amazonas; três no Pará; dois no Maranhão;
um no Ceará; quatro na Bahia; três no Rio Grande do Sul; cinco no Rio de
Janeiro e cinco em São Paulo.
Em São Paulo, o
número de postos interditados este ano foi maior por fraude na quantidade de
combustível do que pela má qualidade do produto. “Em muitos casos é um desgaste
de peças. Em outros casos, é má fé. É uma organização criminosa que bota uma
placa adulterada por aí. Que sai usando o mecanismo de controle remoto para
fraudar o consumidor. Então é um caso que a polícia tem que ir atrás e prender
e faz isso, com o nosso apoio, com o nosso estimulo”, afirma Francisco Neves,
coordenador da ANP/SP-PR.
Quem é flagrado
cometendo a irregularidade paga multa e responde a processo administrativo.
Um dos postos
passou na avaliação. “A gente tem o cuidado de aferir quase toda semana, no
máximo 15 dias, para ver se nenhuma saiu fora para não estar correndo risco de
a gente ser multado também, pela fiscalização”, diz Marco Antonio Almeida,
gerente do posto.
Para saber se a
bomba está funcionando corretamente é feito um teste, com um equipamento. 20
litros de combustível são colocados no recipiente, que marca se a bomba está
liberando a quantidade correta.
“Existe uma
tolerância. Então para bomba medidora, o erro é de 0,5%. Agora, o consumidor
tem que ficar atento, primeiro, quando ele for abastecer o carro, ele deve
desembarcar do veículo e observar se não tem nada entre o bico e o tanque, se
não há um vício, se a bomba parte de zero. Se ela pular, ele tem que exigir que
religue a bomba novamente e que ela parta de zero”, explica Márcio Pereira de
Moraes, especialista em metrologia e qualidade/IPEM-SP.
Todo posto é
obrigado a ter um medidor para mostrar o teste para o cliente, se ele quiser.
“Qualquer consumidor que tenha o desejo e queira fazer essa aferição, ele pode
pedir, solicitar a qualquer momento”, destaca Gilberto Rodrigues, dono do
posto.
A multa para os
postos irregulares varia de R$ 20 mil a R$ 5 milhões. Se persistirem na fraude
e forem pegos novamente, podem ser fechados pela ANP.
Fonte: G1
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